
conta-me a história que uma vez me contas-te, tento recorda-la quando surgem os porquês, naquela altura a lua trazia-me mais certeza o tempo vai passando mas não muda a tristeza.
quero ouvir de novo as palavras que me sussurras-te relembrar-me dos segredos que me confias-te, eu continuo a mesma, mesmo quando tu me ignoras, será que hoje em dia tu por mim ainda choras?
a inocência que me davas era singular, não sei qual de nós foi o primeiro a mudar, fazes-me visitas mas só temporariamente quem me dera que voltasses e ficasses para sempre mas muitas vezes a tua vontade é pouca certa, à noite com esperança deixo mais aberta.
o quê que se passou connosco diz-me por favor, não é por a caso que ainda te chamo de amor.
porquê que não percebes que estou a ficar mais fraca se não me queres dar um beijo. dá-me ao menos um abraço e diz-me que está tudo bem, como antigamente, quando passávamos tardes a olhar frente a frente.
que sei que posso ser ingrata naquilo que escrevo e as minhas atitudes só reflectem o meu medo de te perder e de te ver sem poder tocar mas para mim tentar e voltar acreditar.
o que é que não gostas em mim que eu não posso muda-lo, tenho esse poder mas não sei utilizá-lo.
tenho uma só razão para que a vida seja bela a partir da meia-noite olha para a minha janela.
a saudade aperta e não dá para ignorar a dor fica cá dentro como uma ferida por sarar.
ontem, hoje e amanhã recordo bons momentos que contigo eu passei mas a tua partida foi algo que nunca imaginei mesmo com o tempo passando os sentimentos são iguais se calhar quando desabafei já foi tarde de mais.
faço da solidão minha companhia diariamente quando sonho que voltas-te e ficas-te para sempre, quando partis-te simplesmente ficou um vazio cá dentro mas na mesma distância mudou o meu sentimento.
as horas passam mas os dias parecem eternos quantas lágrimas ficaram neste caderno.
houve tanta coisa que ficou por dizer duvido que compreendas aquilo que me faz sofrer.
a mágoa cá dentro carrego sempre comigo, dava tudo para rever o teu sorriso. se calhar tenho culpa de ter saído calada mas tinhas medo de tentar e sair mais magoada.
és tudo para mim, fonte da minha inspiração tudo aquilo que sonho, talvez uma simples ilusão .
houveram tantas coisas que ficaram por ser ditas tantas lágrimas que chorei em forma de tinta.
olho-te com a mesma paixão com que te olhava dantes para ti já fui eterna mas apenas por instantes.
ao me lembrar de ti ganho forças para lutar e encarar a vida injusta que tenho que enfrentar, se tu desiludi peço desculpa mas é estranho não imaginas nem metade do amor que tenho.
és o ponto final que termina as minhas tardes o ponto de exclamação que dá vida às minhas frases.
adormeço a pensar em ti e acordo contido no pensamento imaginado que regressas a qualquer momento, a esperança não morre quando acordo da fantasia reencontrar-te outra vez era tudo o que eu queria.
se soubesses tudo aquilo que eu fiz por tua causa a forma é diferente mas a almas é a mesma.
estás sempre calado mas eu estendo-te a mãe e por momentos passo para outra dimensão para o mundo diferente que um dia sonho encontrar ter-te do meu lado sempre que eu precisar nos momento difíceis estejas lá para me apoiar mas a esperança que guardo é o que me faz acreditar no mundo que não me aceita por muito que eu tente, és o meu refúgio, carinhoso e sorridente.
se te perder só espero que encontres um dia.
mas até lá , ainda te amo .
(frases de uma música.)
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